Eyshila comenta caso do menino Rhuan: “Quando foi que ficamos tão indiferentes?”

Publicado por em 18 de junho de 2019

A cantora gospel Eyshila utilizou suas redes sociais para se manifestar sobre o caso do menino Rhuan, assassinado de forma brutal no último dia 31 de maio, em Samambaia Norte, região administrativa de Brasília, DF.

O menino Rhuan foi retirado da guarda do seu pai em 2015, no Acre, e levado ilegalmente por Rosana Auri da Silva Candido, de 27 anos, a mãe do garoto, para a capital federal, onde se manteve escondendo o garoto com a ajuda da sua namorada, Kacyla Damasceno, de 28 anos.

Segundo informações do Correio Braziliense, há pelo menos um ano Rosana e Kacyla teriam decepado o pênis do menino Rhuan, alegando que ele queria ser uma “garota”. Ele não foi socorrido em um hospital, permanecendo sob tortura desde então.

Segundo o Metrópoles, um laudo da Polícia Civil constatou que o menino Rhuan foi morto com 12 facadas. Ao ser degolado, ele ainda estava vivo. Após o crime chocante, o corpo da criança foi esquartejado e postas suas partes em duas malas que seriam descartadas. O momento do assassinato foi presenciado por uma menina de apenas 8 anos, filha de Kacyla, que também foi retirada ilegalmente da guarda do pai.

Sobre o menino Rhuan: “Quando foi que ficamos tão indiferentes?”
Eyshila questionou a aparente omissão da sociedade, incluindo a própria igreja cristã, sobre o caso do menino Rhuan, tendo em vista que apesar de ser um dos crimes mais brutais já ocorridos na história do Brasil, ele teve pouca repercussão.

“Não vamos esperar que as pedras clamem. Então, clamemos nós. Ei, Igreja, desperta! Quando foi que ficamos tão indiferentes a ponto de não nos comovermos mais com o hediondo?”, questionou a cantora.

“Elas não o mataram porque são lésbicas. Elas o mataram porque são perversas. A perversidade é amiga da iniquidade e companheira da desobediência e da perversão dos valores que Deus estabeleceu. Ele só nos deixou um grande mandamento: O AMOR”, escreveu.

Ainda comentando o caso do menino Rhuan, Eyshila rebateu a ideia de que o crime teria sido motivado por questões ideológicas envolvendo a sexualidade das assassinas. A cantora gospel frisou que a crueldade humana é fruto do ser humano que desobedece a Deus.

“Meu papel aqui não é incitar o ódio de ninguém contra uma classe específica de pessoas. Só quero usar a minha voz pra declarar que eu não me conformo. Eu não aceito essa degradação moral, social e espiritual dominando sobre a minha nação. O Brasil não é isso. Jamais será!”, disse ela.


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